Atlas universal de Fernão Vaz Dourado

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa




Data: 1571
Tamanho: 18 cartas de 53 x 41 cm
Estojo de seda
Volume de estudos a cores (200 pp.) por João Carlos Garcia (Faculdade de Letras, Universidade do Porto), Amélia Polónia (Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais, Universidade do Porto), Maria Fernanda Alegria (Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa), Alexandra Curvelo (Museu Nacional do Azulejo e do CHAM, Centro de Estudos de História de Além-Mar, FCSH-UNL), Maria João Melo (Departamento de Conservação e Restauro, REQUIMTE-CQFB - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Márcia Vilarigues (Departamento de Conservação e Restauro e VICARTE: Vidro e Ceramica para as Artes, Faculdade de Ciencias e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Vânia S. F. Muralha (VICARTE: Vidro e Cerâmica para as Artes, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Rita Castro (Departamento de Conservação e Restauro, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Ana Fialho, Sónia Domingos, Teresa Araújo (Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
«Primeira edição, única e irrepetível, limitada a 987 exemplares, numerados e autenticados com um certificado notarial»
ISBN: 978-84-96400-83-2

Atlas universal de Fernão Vaz Dourado Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa

Data: 1571
Tamanho: 18 cartas de 53 x 41 cm
Estojo de seda
Volume de estudos a cores (200 pp.) por João Carlos Garcia (Faculdade de Letras, Universidade do Porto), Amélia Polónia (Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais, Universidade do Porto), Maria Fernanda Alegria (Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa), Alexandra Curvelo (Museu Nacional do Azulejo e do CHAM, Centro de Estudos de História de Além-Mar, FCSH-UNL), Maria João Melo (Departamento de Conservação e Restauro, REQUIMTE-CQFB - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Márcia Vilarigues (Departamento de Conservação e Restauro e VICARTE: Vidro e Ceramica para as Artes, Faculdade de Ciencias e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Vânia S. F. Muralha (VICARTE: Vidro e Cerâmica para as Artes, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Rita Castro (Departamento de Conservação e Restauro, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa), Ana Fialho, Sónia Domingos, Teresa Araújo (Arquivo Nacional da Torre do Tombo).
«Primeira edição, única e irrepetível, limitada a 987 exemplares, numerados e autenticados com um certificado notarial»
ISBN: 978-84-96400-83-2


Iluminuras
Atlas universal de Fernão Vaz Dourado
Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa




Livro de estudo

Atlas universal de Fernão Vaz Dourado Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa


CONTEÚDO:

 

Do editor ao leitor
Manuel Moleiro

Apresentação
Silvestre Lacerda
(Arquivo Nacional da Torre do Tombo)

Introdução
João Carlos Garcia
(Faculdade de Letras, Universidade do Porto)

Fernão Vaz Dourado - notas biográficas em contexto histórico
Amélia Polónia
(Departamento de História  e de Estudos Políticos e Internacionais, Universidade do Porto)

Os atlas de  Fernão Vaz Dourado na cartografia do siglo XVI
Maria Fernanda Alegria
(Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa)

História de um códice
João Carlos Garcia  

Descrição do atlas
João Carlos Garcia

As imagens no atlas de 1571 de Fernão Vaz Dourado: uma leitura iconográfica
Alexandra Curvelo
( Museu Nacional do Azulejo e do CHAM (Centro de Estudos de História
de Além-Mar) FCSH-UNL)

As cores do mundo no atlas de Fernão Vaz Dourado
Maria João Melo
(Departamento de Conservação e Restauro, REQUIMTE-CQFB - Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa)
Márcia Vilarigues
(Departamento de Conservação e Restauro e VICARTE: Vidro e Cerâmica para as Artes, Faculdade de Ciências
e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa)
Vânia S. F. Muralha
(VICARTE: Vidro e Cerâmica para as Artes, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa)
Rita Castro
(Departamento de Conservação e Restauro, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa)

Un novo momento para o atlas…
Ana Fialho, Sónia Domingos, Teresa Araújo
(Arquivo Nacional da Torre do Tombo)






Descrição

Atlas universal de Fernão Vaz Dourado Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa


Em meados de Quinhentos, enquanto Roma, Veneza, Lovaina e Antuérpia, imprimiam centenas de cartas e mapas, Vaz Dourado empregava e enfatizava as premissas das técnicas mais refinadas da pintura miniaturista renascentista: os pergaminhos utilizados são de uma brancura alva, o desenho é minucioso, detalhado, a paleta rica e sabiamente conjugada com a aplicação do dourado, transformando estes atlas em obras únicas, refinadas e preciosas, colocadas assim num registo bem diferente do impresso.

O processo de construção deste excelso exemplo de cartografia de luxo parece dever mais às regras da pintura e, concretamente, da iluminura, que da cartografia prática. Sobre Fernão Vaz Dourado (c.1520-c.1580) existem poucos e inseguros dados, embora todos os seus trabalhos obedeçam a um tipo inconfundível, parece que Vaz Dourado tinha um Atlas protótipo, cuja parte meramente cartográfica foi aproveitando para todos os outros, mas acrescentando-os e modificando-os conforme os novos conhecimentos geográficos adquiridos ou o fim a que os destinava. A difusão das imagens de Vaz Dourado fez-se sentir com alguma rapidez na cartografia impressa do Norte da Europa, como é o caso da inserta na obra de Linschoten ou a difundida nas edições da obra de Ortelius.

O Atlas de Vaz Dourado apresenta uma estrutura narrativa associada à intenção de delinear, ordenar e explicar o mundo, tornando-o inteligível através de uma linguagem gráfica e visual codificada e fixada. Seria assim um erro reduzir a beleza intrínseca deste trabalho cartográfico a um mero papel decorativo: pelo contrário, a mise en page, a escolha das cores e dos elementos iconográficos dão origem a uma semiótica visual, que permite ao cartógrafo desenvolver com precisão e clareza o discurso cosmográfico e geográfico.
 



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